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O Rio de Janeiro sem chuva já é um caos, imaginem chovendo, o lixo acumulado nas ruas, causa dos camelôs, é levado pela água da chuva para os bueiros, estes por conseguinte entopem causando as enchentes. O camelô deveria ter um lugar adequado para exercer sua clandestinidade e no local haver uma constante limpeza, pois quem aceita o camelô, nesse caso é o prefeito que da inteira cobertura a esse tipo de negócio, é o responsável por tudo de ruim que acontece. A população já não agüenta mais tanto descaso do prefeito César Mais, a cidade encontra-se atirada à própria sorte, não há consideração para com os pedestres. Por isso torna-se necessário o eleitor lembrar sempre desse nome no qual não deverá votar, nunca jamais esse elemento deverá voltar à política, pois já demonstrou a todos que não é amigo da população.

Aquino Júnior
Aquino Júnior, Rio de Janeiro 21/01/2008 - 08:09

A população deveria marcar o político que não cumprisse com suas obrigações, um exemplo o prefeito César Maia que nunca fez nada pela cidade, a começar pelo abandono de nossas ruas, o calçamento impróprio para se andar, calçadas desalinhadas, quebradas, esburacadas sem possibilidade nenhuma de uma pessoa transitar. Quando chove então é uma lástima o pedestre ao caminhar no calçamento quando pula uma poça d’água pisa na poça seguinte, significa que a calçada nessa época se transforma em milhares de poças d’água. Necessário se faz marcar bem o nome desse elemento para que não mais volte para a política pois César Maia é uma desgraça para o país.

Aquino Júnior
Aquino Júnior, Rio de Janeiro 21/01/2008 - 07:32

O RIO tem casas, predios abandonados na mesma proporção que tem sem teto.
O que precisamos é avaliar juridicamente esses imoveis abandonados: O setor de saude agradeceria com menos mosquito o setor imobiliario melhor se estrututuraria e a justiça mostraria a que veio liberando imoveis com IPTU atrasado, calçadas danificadas e foco de mosquito.
sandra Hipolito, Rio de Janeiro 20/01/2008 - 09:38

O PLANO DIRETOR do RIO DE JANEIRO no Art. 24 solo como excedente é igual os puxadinhos ilegais de cobertura que os sindicos brigam na justiça para legalizar e os politicos legislam em causa propria, quer nos puxadinhos (dos ricos) quer nos puxadinhos (Favela) nessa alem da morosidade da justiça conta-se com a politicagem dos politicos de ocasião.
sandra Hipolito, Rio de Janeiro 20/01/2008 - 09:35

A pressão sobre o pagamento ou não ou prorrogação do pagamento do IPTU se fosse avaliado o contexto:
1) O PLANO DIRETOR ART. 146 (habitação popular) dos 09 projetos da Prefeitura apresentado a[ a ALERJ não aprovou nenhum e nem apresentou contra proposta; não interessa a favela (que teriam que pagar imposto) vide projeto favela Bairro e não interressa aos politicos que perderiam moeda de barganha.
sandriza zanazi, Rio de Janeiro 20/01/2008 - 09:28