Envie
seu texto, uma foto* (item não obrigatório) e
acompanhe o JB diariamente
nas bancas ou pelo JB Online.
Os comentários abaixo não expressam a opinião do jornal.
Esta crise de doação de órgaõs, refelete o grau de degradação moral, social e política que o Brasil atingiu. Demonstra que a população contribuinte e honesta, não tem nenhuma garantia que seus direitos sejam preservados. Também não surpreende, pois em um governo tão sujo como o nosso, onde há corrupção e exações em todos os setores, tal seria que na 'fila de transplantes', não houvessem falcatruas e favorecimentos indevidos. Depois, perguntam porquê tão poucas pessoas querem ser 'doadoras' de órgaõs. Para quê? Para um vagabundo qualquer travestido de médico 'faturar' a custa da soiedariedade de uma família, que doôu os órgaõs de um ente querido recém falecido? Isto comprova que os Agentes do Poder Público não respeitam ninguém. Para eles, o povo é gado, existe para sustentar esta bandalheira, e sobrevive quem puder pagar mais!
05/08/2008 - 20:22 - ANTONIO CALADO, ROP DE JANEIRO
Apesar de excelentes profissionais, fica provado que a inteligência não vem embrulhada no mesmo pacote da moral e honestidade.
Simples reflexo de um país contaminado por um vírus da corrupção , que escapou de Brasília e alastra pelo país.
05/08/2008 - 18:30 - Carlos Martins, Rio de Janeiro
tento desde domingo mas não consigo, veja só:participei de uma entrevista que saiu no sábado e tenho a esclarecer: A Rua Lauro Muller Não está fechada, quanto ao preço pago eplas cancelas paguei R$4.000,00, não sei onde a síndica do 36 tirou os valores ditos, a Senhora Annette não podia assinar nenhuma lista pois em 2002 não morava aqui e ela é ré num processo contra a ALMA, pois tem um estacionamento dentro de uma APA. Esclarecido, obrigado, Beatriz
05/08/2008 - 14:08 - maria beatriz murtinho, rio de janeiro
Com o tema de não existir nenhuma fiscalização em parte alguma desse país, vai aqui um exemplo, o comércio estabelecido deveria zelar mais, e até mesmo consertar e nivelar o calçamento em frente ao estabelecimento comercial, o que ninguém faz. Em sua maioria nem mesmo lavam o calçamento. É quando entra a função do fiscal em exigir ou multar, se a fiscalização fosse atuante, observaria também o estado em que se encontram as marquises dos prédios mais antigos antes que alguém fosse atingido no caso de uma queda. É essa a razão da presença do fiscal, fazer lembrar aos fiscalizados suas obrigações devidas, mas como não mais existe fiscalização desde que esse governo assumiu, como reprimir o comerciante que insiste em contrariar as leis?
Aquino Júnior
05/08/2008 - 13:33 - AquinoJúnior, Rio de Janeiro.
Cada vez mais se concretiza a razão da falta de fiscalização no país, é que nosso governo se sentiria incomodado em saber que existem fiscais por todos os lados, e eles por agirem sempre de forma suspeita se considerariam expostos a serem também fiscalizados. Se sem a fiscalização, já aparecem coisas do arco da velha, imaginem se houvesse uma fiscalização atuante. Nota-se que a existência de pouca fiscalização (se é que existe), sempre assusta todo aquele que age suspeitamente, o que dirá se todos os fiscais estivessem em pleno funcionamento como em governos passados, ocasião em que imperava mais decência. Eis a razão porque não há da parte do governo, aquele incentivo em estimular a fiscalização, porque quanto mais desorganização houver em todos os setores, as aberrações, os desvios de verbas e outros escândalos se tornarão despercebidos pela população.
Aquino Júnior
05/08/2008 - 13:21 - AquinoJúnior, Rio de Janeiro.